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terça-feira, 13 de novembro de 2007

POIS É, COMO EU TINHA RAZÃO!

E o silêncio impera!
Para quê tantas noites de desespero,
Para quê tantos dias de tristeza,
Quando na verdade nunca tiveste lá,
Nunca quiseste verdadeiramente amar-me,
Nunca sentiste uma unica palavra que me disseste...

Ainda bem que tive a sanidade,
Para te mandar embora,
Não mereces as lágrimas que derramei,
Nem os dias amargos de solidão,
Que passei, a pensar em ti...

O meu coração pode estar ferido,
Mas vai curar-se e amar de novo,
Já o teu duvido que alguma vez ame de novo,
Simplesmente poque não sabes,
O significado de amar...

02h18, 14/11/2007
Sofia...

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